Nesta sexta-feira, 17 de maio, é comemorado o Dia Internacional da Internet, data estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006. E o usuário brasileiro parece ter a lista de motivos recheada para festejar esta data. Afinal, de acordo com dados do IBGE, a proporção de internautas no Brasil com acesso à grande rede dobrou em relação à 2005.
Criada na época da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética como um tipo de equipamento militar, a Internet hoje conecta o mundo inteiro em torno de interesses que vão dos negócios ao entretenimento. E a população brasileira está entre as que mais se renderam às maravilhas da “World Wide Web”.
Segundo relatório da firma especializada comScore, o Brasil já se tornou dono da sétima maior audiência da Internet mundial e lidera os acessos da América Latina. Para o Ibope, mais de 80 milhões de brasileiros já têm acesso constante à grande rede, e mais de 67,8 milhões usam a web em casa. E os motivos para os acessos são variados.
Em 2012, o foi divulgada uma pesquisa em que revelou os hábitos do brasileiro ao usar a Internet. De acordo com o estudo, redes sociais, entretenimento e informação são os conteúdos mais buscados pelos brasileiros, que lideram o acesso aos blogs. A página que “mais acessada” atualmente, claro, é o Facebook.
O e-commerce brasileiro também cresceu, fechando 2012 com o faturamento de R$ 55 bilhões, segundo dados do site eMarketer. A previsão é de que até 2016 o Brasil já esteja ocupando a quarta colocação nesta categoria, onde atualmente ele ocupa o sétimo lugar. Ou seja, o preconceito com compras na web já é coisa do passado no país.
Fonte: Techtudo Notícias
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O Brasil lidera o tempo de uso de smartphones e tablets no mundo, aponta uma pesquisa feita em conjunto pelo CONECTA e pela Worldwide Independent Network of Market Research (WIN).
De acordo com o levantamento, o brasileiro passa em média 84 minutos por dia mexendo no smartphone contra uma média mundial de 74 minutos. Apesar das telas maiores, os tablets não atraem as pessoas por mais tempo: o brasileiro fica 79 minutos por dia nos gadgets com telas a partir de 7 polegadas enquanto que a média mundial registrada pelo estudo é de 71 minutos.
Mesmo com esses números e tendo duplicado a penetração de smartphones entre 2011 e 2012, indo de 9% para 18%, o Brasil continua longe da média mundial registrada no último ano: 48%.
Até então com poucas opções no mercado, a Amazon desembarcou por aqui com sua loja virtual e o Kindle em dezembro de 2012, os e-readers ainda são presença muito tímida em território nacional. Segundo a pesquisa, apenas 1% dos brasileiros possuem um aparelho desse tipo; a média global é de 12%.
A pesquisa entrevistou um total de mil internautas acima de 16 anos no Brasil, por meio do painel CONECTAí, realizado entre novembro e dezembro de 2012. Além disso, o levantamento ouviu um total de 54 mil entrevistas em 54 países do mundo todo.
Fonte: WBI Brasil
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Nove anos após o lançamento, rede social quebra recorde ao entrar na lista e assegura posição nº 482
Nesta segunda-feira, 06, foi divulgado a Fortune 500, lista das empresas mais valiosas dos Estados Unidos. Dentre as grandes companhias presentes no ranking, o Facebook conseguiu atrair destaque. Pela primeira vez a rede social faz parte das companhias apontadas, ocupando a posição nº 482, com uma receita de 5,1 bilhões durante o ano fiscal, que se encerra no dia 31 de janeiro. O feito é ainda mais considerável porque com apenas nove anos de existência a empresa de Mark Zuckerberg é agora a companhia mais jovem a figurar na lista, ultrapassando o recorde anterior que pertencia ao Google.
De acordo com a lista, a empresa eleita como a mais valiosa nos EUA é a rede Wal-Mart. Dentre as empresas tecnológicas a Apple aparece em 6º lugar, com uma receita de 156,5 bilhões. Outras companhias online também marcam presença na lista, incluindo Hewlett Packard (15), IBM (20), Microsoft (35), Amazon (49) e Google (55).
Fonte: Proxxima
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Nos dias 25, 26 e 27 de abril, o BRAPPS – Brazilian Applications Seminar – reúne, pela primeira vez no Brasil, programação de tecnologia mobile, no Opera Hall.
A tecnologia mobile e o empreendedorismo tomam conta da capital federal nos dias 25, 26 e 27 de abril. Brasília recebe a 1a edição do Brazilian Applications Seminar – BRAPPS, evento inédito na América Latina, que reúne diversos profissionais, estudantes, empresas e curiosos por tecnologia mobile. As inscrições vão até o dia 08 de abril.
De forma interativa, com foco em networking e compartilhamento de conhecimento, o evento acontece no espaço Opera Hall e conta com palestras, feira de exposição, presença de startups, que são modelos de empresa jovens e em fase de constituição, implementação e organização de suas operações, hackaton, que reúne pessoas para uma maratona de programação desoftwares, e ações de empreendedorismo digital.
Na Feira de Exposições, o objetivo é dar espaço para as empresas apresentarem seus produtos e serviços ao público participante. Na área de startups, as 60 escolhidas, divididas em 20 por dia, têm a oportunidade de demonstrar suas soluções em estandes. Para falar sobre o assunto, o evento recebe Felipe Matos, CEO da Startup Farm e COO da Startup Brasil. No hackaton, os participantes contam com 72 horas para desenvolver um aplicativo mobile para ajudar o Brasil durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
As palestras da programação são ministradas por especialistas e responsáveis por cases de sucesso, como Tiffany Gaines, gerente de marketing do aplicativo de celular Voxer, Fábio Magnoni, account manager do programa de navegação, Mozilla (Firefox), Fraser Kelton, COO do GetGlue, o famoso aplicativo para Android e IOS que permite fazer check-in em séries e filmes, Jacques Chicourel, gerente de Inovação da Telefônica e da operadora Vivo, Felipe Barreiros, educador e vlogueiro brasileiro que empreende na área da educação através dos canais da vlogEducaê e Espiral do Conhecimento no Youtube.
Dados da Gartner, maior empresa de pesquisa em tecnologia da informação do mundo, mostram que o mercado móvel deverá ultrapassar, em 2013, a marca de 1,2 bilhão em vendas de dispositivos no Brasil. Há também previsão de que 70% dos dispositivos comercializados neste ano em todo o mundo serão móveis, isso demonstra que os brasileiros já vivem a era da mobilidade e estão aproveitando o momento e provendo ideias e soluções para o mercado brasileiro por meio de startups.
O Brasil, além de ser o terceiro maior país no mundo em número de empreendedores, também tem se destacado tecnologicamente e atraído capital de todo o mundo. Fundos internacionais de investimentos buscam, no país, startups para aplicar seus recursos e com todo esse cenário, o BRAPPS proporciona a oportunidade de o público conhecer tendências, cases e produtos, além de aproximar e apoiar as negociações entre empreendedores e investidores.
As atividades do BRAPPS são divididas por seis temas, considerados principais, no mercado mobile: Mobile Commerce e Mobile Payment, Mobile Games, IaaS (Infrastructure as a Service), Entretenimento/Mídia/Ads, Educação e Formação (MoSoLo – Mobile Social Location) e Empreendedorismo Digital e Investimentos.
DINÂMICA DO EVENTO
A área de palestras do BRAPPS será dividida em seis temas, considerados principais no mercado mobile:
Dia 25/04 – Manhã – Mobile Commerce e Mobile Payment
Dia 25/04 – Tarde – Mobile Games
Dia 26/04 – Manhã – IaaS (Infrastructure as a Service)
Dia 26/04 – Tarde – Entretenimento/Mídia/Ads
Dia 27/04 – Manhã – Educação e Formação (MoSoLo – Mobile Social Location).
Dia 27/04 – Tarde – Empreendedorismo Digital e Investimentos.
Fonte: comoequetala.com.br
Leia maisReceita total da indústria de livros alcançou US$ 7,1 bilhões em 2012, alta de 6,2% em relação ao ano anterior
Um estudo da Associação Americana de Editores revela que a venda de livros digitais nos Estados Unidos chegou a 22,55% no ano passado. O material intitulado ‘StatShot‘ mostra que em 2011 o segmento somou 17%, e em 2009, apenas 3%. A receita total da indústria de livros alcançou US$ 7,1 bilhões, alta de 6,2% em relação ao ano anterior. Os e-books foram responsáveis por US$ 1,54 bilhão, ou 21,69%.
Além dos e-books, subiram também as vendas de audiolivros e versões em papel mais barato, assim como as edições em papel offset dos infanto-juvenis.
Fonte: Proxxima
Leia maisEstimativa do IAB Brasil para este ano é de atingir R$ 6 bilhões e crescer mais 32%

Em coletiva realizada no dia 26 de março, o Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) anunciou que o mercado digital atingiu a marca de R$ 4,5 bilhões em publicidade, crescendo 32% em 2012. Para 2013, as perspectivas também são positivas. O IAB aposta num crescimento de mais 32%, número que considera display, social media, search e classificados, o que representaria R$ 6 bilhões em compra de mídia projetada para este ano.
Em 2012, ainda segundo os números do IAB Brasil, display e social media representaram R$ 1,8 bilhão, enquanto search e classificados responderam por R$ 2,7 bilhões. Para 2013, display e social media devem crescer 21%, atingindo R$ 2,2 bilhões, e search e classificados devem crescer 39%, chegando a R$ 3,8 bilhões. Os números não incluem mobile e nem ad network.
Segundo Rafael Davini, presidente do IAB Brasil e diretor geral do Terra, há uma tendência de que search e classificados cresçam mais em períodos em que a economia não cresce tanto. “O search é uma oportunidade para anunciantes que antes não anunciavam em lugar nenhum”, explicoou André Zimmermann, vice-presidente de Agências do IAB e CEO do Grupo Havas. “É um dinheiro para o mercado publicitário que antes não existia e não que está migrando de um lado para outro,”, diz ele. “É uma realidade que está criando um mercado novo e não está tirando dinheiro de ninguém, mas fazendo um dinheiro novo para se comunicar de uma forma diferente, que vale tanto para os grandes quanto para os pequenos anunciantes”, complementou Davini.
Deflação forçada – Ainda segundo Davini, apesar do montante de investimento alcançado pela mídia, ela sofreu deflação porque os compradores acabam jogando os preços para baixo por conta do aumento da oferta. “Internet é o meio mais efetivo, que tem uma série de comprovações, mas o mercado quer pagar cada vez menos por ele”, afirmou. “Nosso grande desafio é de valorizar este meio para que ele receba investimentos na proporção da importância que está ganhando na vida dos consumidores.”
O presidente do IAB destaca ainda que o digital oferece aos anunciantes alta efetividade aliada a ferramentas de mensuração muito poderosas. “É por essas características que vemos uma migração de investimentos do offline, tanto de TV quanto de impressos, para o online”, disse.
Outro desafio, diz ele, é entender o comportamento do consumidor que, segundo ele, está consumindo mídia de uma forma muito diferente do que consumia há três ou quatro anos – e também muito diferente da forma que consumirá daqui a outros três ou quatro anos. “Em 28 anos de mercado publicitário, nunca vi uma forma de transição tão radical quanto esta que estamos vivendo”, afirmou ele.
IAB de cara nova
Os dados foram apresentados por Davini e outros membros da diretoria da entidade: André Zimmermann (VP de Agências), Roberto Eckersdorf (VP de Fornecedores) e Marcelo Lobianco (VP executivo do IAB).
No evento, também foi apresentado o plano de ação do IAB para 2013, com foco em três pilares – Conteúdo, Educação e Eventos. “O nível de conhecimento produzido pelos comitês do IAB é muito alto. Nossos 200 associados, divididos entre agências, fornecedores e veículos, são as pessoas que estão construindo o mercado digital. Vamos aproveitar cada vez mais esse conteúdo, criando cursos presenciais, e-learning, eventos e ações in company”, afirmou Lobianco. O primeiro evento, o Mobile Day, está marcado para 18 de abril, no Centro Britânico.
Outra novidade apresentada foi a mudança do site do IAB parawww.iabbrasil.net. Com um site novo, a proposta da entidade é oferecer conteúdo produzido internamente pelos comitês e curadoria das notícias mais relevantes do mercado de publicidade em todo o mundo.
O IAB também anunciou parcerias com o Grupo de Mídia de São Paulo, para oferecer certificação em marketing digital, e com a Jump Education, para oferecer cursos.
Segundo Davini, durante muito tempo houve uma escassez de informações em relação ao mercado digital. “A ideia do IAB é disseminar conhecimento sobre o meio digital”, disse ele. “Temos total interesse de que as pessoas saibam o que está sendo feito no meio digital e também que façam parte dessa evolução.”
Fonte: Proxxima
Por Fernanda Bottoni
Leia maisIdeias do projeto Art, Copy & Code incluem um tênis falante e aplicativo que mede a qualidade de uma viagem de carro
SÃO PAULO – Ao lado de empresas como a Volkswagen e a Adidas, o Google lançou o projeto Art, Copy & Code para fazer experimentos que tentam reimaginar a forma de se fazer propaganda.
Os trabalhos estão sendo feitos ao lado das equipes de criação e agências das grandes empresas, e também em conjunto de cineastas, diretores de criação e tecnólogos. De acordo com o texto divulgado no site oficial do projeto, o Google acredita que estamos vivendo o momento da segunda revolução criativa no mercado publicitário e a tecnologia vai impulsionar isso. Os códigos vão ajudar a mudar a história, mas precisam de pessoas criativas para desenvolvê-los.
Os projetos serão lançados em cinco áreas: objetos conectados, telas reimaginadas, marketing útil, propaganda personalizada, história colaborativas e a história dos dados.
As ideias estão sendo apresentadas durante o SXSW e estão aparecendo aos poucos no site Art, Copy & Code. Duas categorias que já ganharam ideias:
Objetos conectados. Um tênis com personalidade e bem-humorado. Esse é o “Tênis Falante”. Com um acelerômetro, um giroscópio, Bluetooth e algumas outras tecnologias, ele consegue traduzir movimentos e enviar esse conteúdo para o Google + do usuário. O conteúdo pode migrar para banners e outras mídias sociais funcionando como anúncio.
Veja o trailer:
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=VcaSwxbRkcE[/youtube]Marketing útil. A intenção aqui é tornar o marketing mais prático e útil, tirando o foco do falatório tradicional. As ferramentas de marketing do futuro vão realmente alterar a vida das pessoas. A mostra é o Smileage, aplicativo construído a partir de uma campanha da Volkswagen. Ele mede o fator de diversão de cada viagem – considerando sinais como o clima, trânsito, tempo, localização e interações sociais.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=xffhQu0yZzY&feature[/youtube]Fonte: Estadão
Leia maisRelatório revela que consumidores no Brasil passam mais de 27h por mês online em seus computadores, representando a média mais alta de envolvimento de todos os oitos mercados latino-americanos analisados
A comScore divulgou na quinta-feira, 7, o relatório anual ‘2013 Brazil Digital Future in Focus’ que examina como as tendências predominantes no uso da web, mídia social, vídeo online, anúncios digitais, dispositivos móveis e buscas estão definindo o mercado atual. O material destaca que os consumidores no Brasil passam mais de 27h por mês online em seus computadores, representando a média mais alta de envolvimento de todos os oitos mercados latino-americanos analisados.
“O cenário digital brasileiro mostrou uma mudança significativa em 2012, causada pela forte ascensão das redes sociais”, declara Alex Banks, diretor executivo da comScore para o Brasil & vice-presidente na América Latina. “À medida que esses veículos continuem a crescer, estarão promovendo novas e excitantes oportunidades para meios de publicação que querem atrair audiências e empresas que desejam alcançar consumidores.”
O relatório revela que a audiência da internet no Brasil continua relativamente jovem, com 18% dos usuários com idades entre 18-24 anos e 30% entre 25-34. Já telefones celulares e tablets estão se tornando mais importantes no cenário da internet brasileiro. Visualizações de páginas em dispositivos que não são PCs (por exemplo, smartphones e tablets) bateram um recorde, com quase 6% dos page views totais consumidos pelos brasileiros durante dezembro de 2012.
O Retail online continua a crescer no Brasil, com o número total de visualizações de página de categoria alcançando 9% de aumento durante 2012. O Mercado Livre continua sendo a principal propriedade de Retail, alcançando mais de 14 milhões de visitantes em dezembro.
Sites de redes sociais capturam a maior porcentagem do tempo dos consumidores no Brasil, com 36%. O Facebook ascendeu como um forte líder da categoria, com quase 44 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2012, 22% a mais que no ano anterior.
O consumo de vídeo online no Brasil cresceu 18% em 2012. Google Sites (YouTube) continua sendo o principal site de vídeo, enquanto Vevo ficou em segundo lugar. O Facebook foi uma das propriedades de vídeo com crescimento mais rápido, com um crescimento de mais de 400%.
Fonte: Proxxima
Leia maisUsuário agora escolhe entre diferentes tipos do Feed e pode receber atualizações por categorias que incluem fotos, amigos, páginas, games e músicas
O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 7, novidades para o Feed de Notícias, que ganhou mais destaque e diferentes categorias. O anúncio foi feito durante evento na Califórnia, com participação de Mark Zuckerberg e outros executivos da maior rede social do mundo.
Entre os principais recursos apresentados está a opção para o usuário escolher entre vários tipos de Feeds que quer receber naquele momento. As categorias incluem Todos os Amigos, Fotos, Following, Ordem Cronológica, Games, Locais, Músicas, entre outras. Uma barra na parte superior direita permitirá essa escolha dos diferentes tipos de Feeds. Essa novidade será válida tanto para plataformas móveis quanto no destkop.
Outra novidade anunciada pela rede social de Mark Zuckerberg é uma unificação visual entre os mundos mobile e desktop, deixando o design mais limpo e clean.
De acordo com o site, as novidades já estão disponíveis no desktop, e chegará aos aplicativos mobile nas próximas semanas. Como já habitual com novos recursos do site, o lançamento acontecerá gradualmente, com apenas alguns usuários tendo acesso às novidades neste momento.
Fonte:Proxxima
Leia maisPesquisa GlobalWebIndex indica número de usuários ativos do microblog aumentando 40% em seis meses
Um estudo recente da GlobalWebIndex revelou que o Twitter é a plataforma que mais cresce no mundo. Segundo a pesquisa, o número de usuários ativos do microblog cresceu 40% do segundo para o quarto trimestre de 2012 – o equivalente a 288 milhões de usuários mensais ativos. Nos últimos três anos, o crescimento do Twitter foi de 714%.
Há várias análises em torno das mudanças de comportamento do usuário em relação à ferramenta, e várias delas apontam para o amadurecimento e consequente consolidação como rede de nicho que hoje é menos uma ferramenta social e mais um serviço, cujo principal vetor é a informação. O crescimento fez com que hoje 21% da população mundial esteja conectada ativamente com o Twitter e tudo indica que o crescimento se manterá.
Guilherme Ribenboim, diretor geral do Twitter no Brasil, afirma que quaisquer números, hoje, não são 100% precisos, pois não levam em consideração os smartphones – que sem dúvida representam um imenso universo de usuários no mundo. “O Twitter tem uma proposta de valor único: ser uma rede de informações em tempo real, um pulso do planeta, multidirecional, em que se pode debater por temas. E vive um círculo virtuoso”, diz.
Ele define esse ciclo em três aspectos: o primeiro é o crescimento do conteúdo postado por pessoas/personalidades ou empresas e veículos. Este é um fator crescente, que promove debates e atrai usuários. Em segundo está a distribuição, que se amplia com o crescimento do mobile. “Há cada vez mais pessoas no mobile e o Twitter é muito aderente a ele. É simples, rápido, mais textual, consumido rapidamente”, explica Ribenboim. O terceiro aspecto é o que o executivo chama de “dinâmica promocional” entre o conteúdo e a distribuição. “É o chamado network effect, à medida que mais pessoas se interessam pelos conteúdos e geram o interesse de outras pela conexão à ferramenta. É o que chamo de círculo virtuoso da audiência”.
No Brasil, o crescimento aconteceu sem sequer ter uma operação local, aberta em dezembro último como a terceira fora dos EUA – depois de Japão e Inglaterra. Dos cerca de 300 milhões de usuários no mundo, a América Latina é responsável por 16%, sendo que a maior parte se encontra no Brasil.
Numa plataforma que tem um bilhão de tweets a cada dois dias e meio, não é fácil apontar estatísticas de uso, de comportamento. Mas um dos comportamentos típicos da rede é o fato de que pelo menos 50% dos usuários não postam, apenas consomem conteúdo. “Acredito que por não terem amigos e, sim, seguidores, na maioria dos casos, há uma preocupação maior com o que postar, para contribuir de forma qualitativa. Ao mesmo tempo, existe uma curva natural do usuário, que quando vai se sentindo mais confortável, passa a participar do debate. É um amadurecimento comum, o uso vai se modificando ao longo do tempo. Se pensarmos bem, o fenômeno da contribuição de conteúdo tem cinco ou seis anos, é recente”, comenta Ribenboim.
Duas telas
Certamente o que contribui fortemente para o crescimento da plataforma é o fenômeno das duas ou mais telas, associado ao consumo de conteúdo da TV, por exemplo. Em consumo de conteúdo, o céu é o limite. Também é no caso dos debates sobre temas diversos, como a morte de Chico Anysio – que foi recordista de tweets no Brasil no ano passado, por exemplo. Outra tendência é seguir personalidades como o jogador Kaká, que tem mais de 14 milhões de seguidores, ou o Luciano Huck, que tem pelo menos a metade disso.
Outro fenômeno curioso é o uso do Twitter por parte dos adolescentes, como uma espécie de “novo MSN”, embora não existam dados oficiais a respeito. E é claro, há ainda o uso por parte das empresas, que cresce e se sofistica. O caso de Oreo e de Audi, que usaram a plataforma para ter seu momento de brilho durante o Super Bowl, brincando com o apagão de 34 minutos durante o jogo no Mercedez-Benz Super Dome, em Nova Orleans, é apenas um exemplo.
Rede sai da infância e se reposiciona
Numa época em que marcas, serviços e empresas são questionadas diariamente, é claro que as redes sociais também vêm sendo questionadas e há sempre uma turma com visão mais pessimista da vida. Muitos projetos “morrem” simbolicamente para surgir com outro perfil e algumas das expressões que vêm sendo repetidas como “o twitter morreu” podem ser exatamente fruto de uma espécie de transformação. O fim da infância.
Para Fabio Seidl, diretor de criação da Ogilvy, cinco anos depois as redes sociais se reposicionam, saem mesmo da infância. E o Twitter se consolida como fonte de informação, usado por companhias aéreas para comunicar voos cancelados. Ele acredita que passou a fase em que as pessoas postavam frases sobre o dia a dia ou o usavam como passa tempo. “Washington Olivetto uma vez me falou uma coisa que, para mim, resume o Twitter: escrever curto é muito mais complicado do que escrever comprido. Para mim, isso é o que faz o conteúdo ser bom ou ruim, dar ou não audiência. Com certeza, a sobrevivência dele como mídia para as marcas depende de bons criativos, de ótimos redatores”.
Já Hugo Rodrigues, COO e CCO da Publicis Brasil, Salles Chemistri e Publicis Dialog, diz que não é só o Twitter que vive sob júdice nos dias atuais. “A Apple perdeu quase US$ 100 bilhões do seu valor nos últimos meses. Já tem gente duvidando da sua capacidade de inovação, alegando que desde seu primeiro iPad – há longínquos dois anos e alguns meses – nada mais relevante foi lançado. Vivemos a era do descartável, da desconfiança, da ausência de um sucesso perene. Se o Twitter já teve seu melhor momento ou se ainda tem muito a oferecer, ninguém pode saber com exatidão. Mas todos podemos aprender com o tempo e os picos de um meio.”
Fernanda Romano, CCO da Naked Brasil, afirma que o que acontece é um movimento natural de uso da plataforma, que ocupa um espaço mais definido. “O lançamento da Vine, a mudança da política de integração de imagens, o crescimento do uso de tweets promovidos ou patrocinados e todas as outras evoluções do Twitter mostram um investimento cada vez maior da empresa em buscar oportunidades de monetização dos usuários. Enquanto que o Facebook vale pelos relacionamentos entre pessoas – e marcas –, o Twitter se tornou uma ferramenta talvez um pouco mais de broadcast, por incrível que pareça. Antes que vejamos seu fim, creio que ainda veremos algumas de suas evoluções”, define Fernanda.
Renato Hideki, head de mídia da Goomark, diz que o microblog conseguiu uma posição de destaque entre as empresas justamente porque colabora com o trabalho de construção das marcas (branding). “A plataforma se diferencia das outras redes sociais porque tem como perfil levar a informação para os usuários de uma maneira rápida, que gera engajamento, enquanto também oferece vantagens e acaba por facilitar a vida dos usuários, que fazem uso da ferramenta para ganhar descontos ou ser atendido no caso de reclamações”, avalia. Ele também reconhece a consolidação do Twitter, mostrando-se mais adequado a determinados propósitos, como indicar o que está em pauta ou como canal de contato em tempo real. “Postar é, de fato, um comportamento de nicho. Pessoas que geram conteúdo são sempre minoria – e isso vale para todas as redes sociais, para blogs. A maioria lê, clica, repassa, curte”, comenta.
Diversidade
PJ Pereira, sócio e líder criativo da Pereira & O’Dell, é contra “encaixotar” a plataforma em uma forma única de uso. Para ele, também como costuma dizer Ribenboim, o interessante é justamente a diversidade de possibilidades em torno da ferramenta. “Usamos bastante e faz uma diferença. Usamos muito no “The Beauty Inside”, por exemplo, para avisar episódios novos e posts interessantes, e para manter acesa a discussão do filme (it’s whats inside that matters). A moda agora é o Vine, mas ele opera principalmente dentro do próprio Twitter”.
A diversidade de possibilidades sem dúvida é um diferencial. Se por um lado o Twitter é ferramenta estratégica para empresas, também oferece diversão despretensiosa para o dia a dia das pessoas. “Tem coisa mais divertida do que assistir a determinados programas de TV e acompanhar o Twitter ao mesmo tempo? Tem muito humor. E ele cumpre um papel estratégico para marcas e órgãos públicos, como o principal canal para alcançar os chamados ‘influenciadores’. Com a quantidade de informações que recebemos, o Twitter é um dos filtros mais qualificados que existem”, afirma Maria Claudia Bacci, diretora-executiva da FSB Digital.
O comportamento “tagarela” das pessoas no Twitter pode ter migrado para o Facebook, por exemplo, como avalia Eduardo Barbado, head de estratégia da Agência3. “Parte dessa migração também se deve ao compartilhamento de fotos e o voyerismo natural do brasileiro. Boa parte das pessoas usa o Facebook como usava o Twitter, agora, com mais features, mais fun. O Twitter é uma rede que cresce no mundo e tem um papel diferente na disseminação de informação. Mas é fato que eles precisam inovar e criar novos atributos para não ficar tanto para trás. Ou assumir ser uma rede mais ‘nichada’”, conclui.
Canal
Uma possível queda do uso do Twitter em detrimento do Facebook pode ter ocorrido, segundo analisa Fátima Rendeiro, diretora de mídia da Quê, porque a plataforma não evoluiu muito como ferramenta social desde que foi lançada. “Acredito que a forma de usar o Twitter mudou. Hoje as pessoas leem mais do que postam, para muitos é um canal de notícias em primeira mão”, analisa. Para alguns “heavy users” do passado, como o jornalista Nelito Fernandes, o Twitter perdeu para o Facebook como vetor de tráfego para seus projetos de conteúdo na rede, como o site Sensacionalista. “O Twitter foi dominado por hashtags sem importância, fã-clubes, guerrinha de torcidas, etc. Virou uma mídia desinteressante. Já foi primeira fonte de informação para muita gente, hoje não sei”, questiona.
Claudio Romano, gestor digital da Binder, concorda com o amadurecimento do uso da rede e acredita que, embora não tenha criado os símbolos @ ou #, facilitou a participação e contribuição das pessoas nas redes, tornando popular o uso dos símbolos. “A Biblioteca do Congresso Americano armazenará os principais, ou históricos tweets dos EUA. O que demonstra a importância da rede”, argumenta. Do ponto de vista de futuro, sugere que a plataforma torne-se ainda mais amigável para as marcas, entre outros atributos. “A ferramenta poderia permitir que sejam criados aplicativos dentro dela. Ou facilitar a vida do usuário que quer postar uma foto. Mais empresas trarão mais usuários, mais conteúdo sendo compartilhado, mais ‘promoted tweets’ sendo comprados”.
Fonte: PropMark
Leia maisPara 2013 os profissionais especializados apostam em big data, mobile e mídias sociais, revela relatório da ExactTarget
A ExactTarget, provedora mundial de softwares de marketing interativo, apresentou o guia Inspired Marketing Predictions com tendências que irão transformar o marketing digital em 2013. O relatório apresenta visões emergentes sobre e-mail, mobile, cross-channel e automação. Profissionais que participaram do guia destacaram temas como big data, mobile e as mídias sociais.
“Este ano irá proporcionar novas oportunidades para profissionais de marketing inovarem e criarem experiências de consumo capazes de fidelizar os seus consumidores e entregar resultados através de interações por e-mail, mobile, mídias sociais e na web”, explica Tim Kopp, chief marketing officer da ExactTarget.
Para Jay Baer, autor de The Now Revolution, presidente da Convince & Convert e colaborador do guia, em 2013 as empresas evitarão comportamentos apenas reativos e adotarão novas estratégias buscando um maior embasamento para suas iniciativas, conduzindo assim a uma nova era do marketing. “Mudanças em como, quanto e por que os clientes passaram a consumir informações alteraram fundamentalmente a fórmula de sucesso do marketing”, pontua Baer.
Veja aqui como fazer o download completo do guia Inspired Marketing Predictions for 2013.
Fonte: Proxxima
Leia maisPesquisa da consultoria digital Gauge mapeia hábitos na rede social e identifica distintos padrões entre os usuários
As mulheres não apenas são maioria no Facebook – 59% do total de usuários – mas apresentam maior atividade na rede social, aponta pesquisa divulgada pela Gauge. De acordo com o estudo, os usuários do sexo feminino publicam 40% a mais de conteúdo. Em média, elas realizam sete publicações diárias, contra cinco dos homens.
A pesquisa identificou diferentes padrões de comportamento na rede social. Jovens entre 18 e 25 anos são mais impulsivos e menos fiéis a marcas: 49% deles não tem critérios definidos ao curtir uma página no Facebook. Quanto mais maduros, os usuários tendem a procurar informações mais relevantes e estabelecer contato com marcas que já conhecem. Por exemplo, usuários com mais de 35 anos curtem páginas que tenham ligação com sua realidade profissional (62%) e 80% afirma curtir apenas páginas de produtos que já consumam no cotidiano.
A metodologia da pesquisa incluiu desk research de cinco setores de atuação – cervejas, destilados, não alcoólicos, bancos e automóveis – e envolveu 21 marcas; etnografia, grupos focais e pesquisa quantitativa online com 209 entrevistados.
Fonte: Meio&Mensagem
Leia maisInovar e chamar atenção em revista muitas vezes é complicado. Mas a Clemenger BBDO, de Sydney, tentou e conseguiu. Para posicionar a GE (General Electric) como um dos principais fornecedores de motores a jato, a agência criou um anúncio que usou ilusão de ótica e sobreposição de imagens: ao movimentar a página para a direita ou esquerda, ocorre a sensação de que a turbina esteja ligada.
Confira o funcionamento:
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=owsAxKQrarU[/youtube]Fonte: Comunicadores
Leia maisCompanhia vai emitir bilhetes aéreos pelo iPhone no Brasil, assim o cartão de embarque tradicional não será necessário
A Tam aumentou a interatividade mobile com seus clientes ao permitir que os passageiros utilizem iPhone ou iPod como cartão de embarque. Os usuários do aplicativo Passbook não precisarão mais do cartão de embarque tradicional, de papel, para viajar.
A companhia aérea já permite fazer o check-in pelo celular, onde o passageiro recebe por e-mail um cartão eletrônico de embarque. Basta gravá-lo em seu Passbook que as informações estarão guardadas para utilização sem que haja a necessidade de acesso à rede.
“Nossos clientes que fazem check-in pelo celular agora têm mais uma opção para conseguir ainda mais agilidade no serviço. Ao utilizar o Passbook, eles terão o cartão eletrônico de embarque disponível de forma segura, prática e sustentável, já que dispensa a impressão em papel.”, explica Rodrigo Trevizan, diretor de vendas diretas da TAM Linhas Aéreas.
Fonte: Proxxima
Leia maisPesquisa da Return Path mostra crescimento na taxa de entrega, mas aponta índice menor na leitura de e-mails
O estudo feito pela empresa de e-mail intelligence, Return Path, mostrou que 67% dos e-mails marketing enviados por companhias de diversos segmentos, no quarto trimestre de 2012, chegaram com sucesso à caixa de entrada dos internautas brasileiros. Isso representa um crescimento de 17% em relação a 2011. A porcentagem de e-mails que caem na caixa de spam é de 17% e as perdidas ou bloqueadas representam 16%. Apesar do avanço, o índice de leitura dos e-mails caiu. Na categoria de compras, por exemplo, as quedas na taxa de leitura dos e-mails chegaram a 15% no quarto trimestre de 2012, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
A queda na taxa de leitura dos e-mails foi além do setor de e-commerce, mas afetou também as redes sociais, os provedores de notícias e as empresas de viagens e empregos. Entretanto, o estudo mostra um aumento no número de e-mails abertos em dispositivos móveis. Somente nos finais de semana, as taxas de abertura para este tipo de plataforma são superiores a 50%.
Em comparação com os índices dos EUA e América Latina, o Brasil fica atrás. Os norte-americanos apresentam uma taxa de entrega de 88% – enquanto na América Latina o índice é de 72%.
Fonte: Proxxima
Leia maisPesquisa revela que 75% dos entrevistados acessam o Facebook pelo menos uma vez por dia e têm interação com as marcas anunciadas
A Hi-Midia, em parceria com a M.Sense, realizou um estudo para avaliar o comportamento dos usuários de internet no Brasil em relação ao social commerce. A pesquisa ‘O estágio atual do F-commerce no Brasil’ avaliou o potencial do comércio eletrônico dentro do Facebook. O estudo, com 570 pessoas das cinco regiões do país, aconteceu entre outubro e novembro de 2012.
Do ponto de vista de característica de acesso de internet no Brasil, a pesquisa mostra a elevada penetração do Facebook, com alta frequência de acesso – 75% acessam ao menos uma vez por dia, e tem interação com as marcas anunciadas.
Levando-se em consideração o processo de compra, o estudo detecta a elevada confiança nos amigos e familiares em indicações de produtos: 72% discutem sobre produtos nas redes sociais e familiaridade em compras online.
Já 12% dos entrevistados afirmam ter comprado ao menos uma vez diretamente pelo Facebook, o que é considerado um percentual elevado. Segundo a opinião dos entrevistados que já compraram no Facebook, o conteúdo postado pelas marcas faz diferença e a categoria dos produtos adquiridos difere do ranking do e-commerce tradicional, sugerindo que existem tipos de produtos ou segmentos mais propícios para a compra social.
De acordo com Julien Turri, CEO da Hi-Midia, nas vendas pelo Facebook são privilegiados produtos customizados, divertidos ou exclusivos. “É fundamental que produtos tenham algo a dizer e não sejam comuns. Por exemplo, uma camisa branca tem baixa sociabilidade, pois as pessoas não tem o que dizer, mas uma camisa com uma estampa diferente ganha potencial. No F-commerce, o grau de sociabilidade dos produtos é o que leva a compra”, afirma.
Outra questão apontada na pesquisa é a venda para nichos. As ferramentas de publicidade do Facebook ou a dinâmica social permitem que os lojistas de nicho ou pequenos lojistas (artesão) alcancem seu público com baixo investimento.
Para os entrevistados que não compram no Facebook, 35% não sabiam da possibilidade, o que demonstra que não há rejeição à compra pelo Facebook, mas sim que nunca tiveram a oportunidade de comprar.
Fonte: Proxxima
Leia maisOs turistas e cariocas ganharam uma nova maneira de saber mais sobre alguns pontos da cidade do Rio. Foi inaugurado na praia do Arpoador, no Rio, o primeiro QR Code (barras para serem lidas por smartphones) confeccionado em pedras portuguesas no Brasil.
A iniciativa, chamada de QRio, permitirá que qualquer pessoa, ao colocar um celular smartphone, iPhone ou tablet sobre as barras de código instaladas em alguns pontos turísticos, receba informações importantes sobre o lugar. No momento em que o celular lê o código, o aplicativo o direciona para a página de informações sobre o local.
Para isso, é necessário que a pessoa possua o aplicativo no celular que faz o reconhecimento do QR Code, baixado gratuitamente pela internet. A confecção dos códigos em pisos de pedras portuguesas e manutenção ficará a cargo dos calceteiros da prefeitura do Rio.
O projeto será instalado em 30 pontos turísticos e monumentos da cidade até o fim do ano.
Até março, Pedra do Leme, praia de São Conrado (próximo ao clube do vôo livre), mirante do Leblon e praia do Pepê, na Barra da Tijuca, também terão os mosaicos.
Fonte: Folha de S. Paulo
Leia maisExpectativa do setor é de crescimento de 16,4% até 2014, de acordo com a Abemd (Associação Brasileira de Marketing Direto). Mobile e redes sociais são as grandes apostas
O Marketing direto não figura mais entre os termos da moda dentro do ambiente de negócios. Mesmo assim, ele continua crescendo e ganhando importância para as estratégias das marcas. As ferramentas tradicionais como mala direta, e-mail marketing e telemarketing passam a conviver com novos canais digitais, como as redes sociais e com o mobile, considerado como uma das áreas mais promissoras para os próximos anos.
Um levantamento realizado pela Abemd (Associação Brasileira de Marketing Direto) com CEOs e diretores de empresas fornecedoras e usuárias dessas ferramentas apontam as ações em plataformas como Facebook ou dirigidas a celulares e smartphones como a principal tendência para os próximos anos. O uso de redes sociais para o Marketing direto passou de 45,1% para 64,3% entre 2011 e 2012. No mesmo período, o uso do canal mobile saltou de 17,6% para 52,4%. Por outro lado, o e-mail Marketing registrou uma queda dos 70% para 64,3%, ocupando a primeira colocação do ranking juntamente com as redes sociais.
O setor cresceu: 78,5% dos associados da entidade registraram aumento em seus faturamentos (no caso das agências) ou nas verbas destinadas ao Marketing Direto. A expectativa da Abemd é por um crescimento de 16,4% até 2014. “A área conquista espaço pela excelência de suas campanhas e por ter a medição de resultados em seu DNA. As ferramentas tradicionais como malas diretas e call Center continuam sendo bem utilizadas, mas houve crescimento expressivo do e-mail marketing e mais recentemente das ações em redes sociais e mobile. Não se concebem mais campanhas sem o uso dessas ferramentas”, afirma Efraim Kapulski, Presidente da Abemd (Associação Brasileira de Marketing Direto), em entrevista ao Mundo do Marketing.
Mobile ainda tem muito a crescer
O grande terreno de expansão para as ações de Marketing Direto é o mobile. Com o crescimento no número de smartphones, as marcas querem ampliar o diálogo com os consumidores através das aplicações compatíveis com telefones que tenham acesso à internet. O que antes se restringia ao envio de SMS, agora pode ser o palco para ações mais sofisticadas, como o desenvolvimento de plataformas digitais ou mecanismos integrados às redes sociais.
O uso do Marketing Direto nos dispositivos móveis é o único capaz de realizar uma comunicação one to one em tempo real com os consumidores, estando eles à frente de um computador ou não. E este é um segmento que ainda está começando no Brasil. “São 240 milhões de celulares no nosso país. Claro que ainda existe uma divisão grande em pós-pagos e pré-pagos, mas de qualquer forma, é uma cobertura gigantesca. Isso cria grandes oportunidades se as empresas souberem qual é o público, qual será o canal e qual comunicação será feita para ele”, explica Wiliam Kerniski, Sócio Diretor da LeadPix.
O desenvolvimento de estratégias de relacionamento no mobile aliada a um bom trabalho de database permite que as marcas ofereçam produtos e serviços pertinentes ao consumidor com o mínimo de dispersão. “Hoje ainda não tem escala, embora tenha crescido rápido. Ainda não é um canal significativo para as empresas. Porém, é grande a tendência. Se tivesse que apostar, seria no mobile. Outra vertente é o mercado de aplicativos. Tem iniciativas muito legais, mas ainda dependem de aprendizado”, diz Marcelo Souza, Diretor Executivo da MarketData, em entrevista ao portal.
Ferramentas mudam, mas conceito é o mesmo
Entre as ferramentas menos demandadas pelas empresas anunciantes estão a mala direta, com 26,2% e o SMS, com 23,8%, de acordo com os dados de 2012. Apesar da criação de novos canais, a essência do Marketing Direto permanece a mesma, que é oferecer um relacionamento mais próximo entre empresas e seus clientes e um diálogo mais personalizado.
Um dos grandes desafios para trabalhar bem com o Marketing Direto continua sendo a organização de boas bases de dados. Mesmo com as redes sociais, ainda existe uma grande dificuldade em organizar estas informações, o chamado Big Data, para que isso possa ser utilizado de maneira eficaz nas estratégias de das marcas. “O Facebook e o Linkedin são as maiores fontes de dados do mundo. Não existe nenhum banco de dados com esta envergadura. Mas estes dados não estão diretamente acessíveis aos anunciantes. O desafio que temos é encontrar maneiras de usar as informações disponibilizadas para oferecer aos clientes o que eles realmente gostam”, avalia Marcelo Souza, da MarketData.
Sem esta análise, os esforços não geram resultados sustentáveis. “O Marketing direto surgiu como contraponto ao Marketing tradicional. Naquela época, a mídia de massa estava ficando desgastada e o target estava pulverizado. As novas ferramentas tinham a função de promover um diálogo mais próximo e diferenciado, ao invés de falar com todos de maneira igual. E este continua sendo o grande valor desta área”, complementa Marcelo, em entrevista ao portal.
Telemarketing e mala direta estão mais assertivos
Mesmo com a perspectiva de crescimento de ferramentas digitais e mobile, pode-se imaginar que ações mais tradicionais como a mala direta e o telemarketing perderam importância. Mas não é isso que a Abemd percebe em seu acompanhamento do mercado. “Verificamos entre os associados que as redes sociais e o mobile são grandes apostas. Mas é importante destacar, no entanto, que isso depende muito dos objetivos de cada empresa. Em determinadas situações, nada substitui uma boa mala direta ou uma ligação”, explica Efraim Kapulski, Presidente da entidade.
O amadurecimento do setor fez também com que estas ferramentas se tornassem mais assertivas. A mala direta perdeu espaço para o e-mail Marketing, que tem o custo unitário mais baixo. Mas ela é capaz de despertar a atenção do consumidor de maneira diferenciada. A chave para sua boa utilização está na análise do banco de dados para conhecer mais de perto o consumidor e assim gerar relevância. “Pode parecer senso comum, mas a relevância ainda é o elemento mais importante para estas ações. Se você quer trocar de carro e recebe um material com uma proposta interessante para isso, é óbvio que isso terá relevância e você terá toda a boa vontade em ouvir”, coloca Marcelo Souza, da MarketData.
Em determinados setores, como o de telecomunicações, o telemarketing ativo tem grande peso dentro das estratégias. De acordo com a Abemd, esta ferramenta representa 31% da demanda. Por ser mais intrusivo, ele exige um esforço constante para manter as bases de dados qualificadas. “Quando existe algum tipo de desconfiança ou incômodo, significa que a ação não foi bem formatada. O erro mais comum é achar que basta estar de posse de uma lista imensa de pessoas para gerar um retorno. Não é assim que funciona”, complementa Wiliam Kerniski, da LeadPix.
Fonte: Mundo do Marketing
Leia maisMaiores anunciantes do País avaliam como deve ser o próximo ano no segmento online
Do ponto de vista dos maiores anunciantes, o que 2013 reserva ao cenário digital do País? Para esse novo ano, a ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) projeta mais crescimento do digital. “Temos visto um movimento de maturidade de alguns anunciantes, ao mesmo tempo em que outros apenas começam a trilhar esse novo caminho”, analisa Maria Luisa López, presidente do Comitê de Gestão de Mídia e Marketing Digital da entidade.
Ela projeta como destaques de 2013 as mídias sociais e a publicidade móvel. “Essa última é a grande promessa do mercado, que finalmente começa a se consolidar como oportunidade concreta.”
Segundo Maria Luisa, uma questão que pesa na participação digital no bolo publicitário brasileiro é a dificuldade de mensuração dos investimentos de forma consistente. “Isso acontece muito por conta das diferentes formas de comunicação digital. Mas é fato que, pelo tamanho da audiência e o tempo gasto pelo consumidor em mídias digitais, o potencial é maior do que a participação média.”
Diretora de mídia da Unilever, o segundo maior anunciante do Brasil no primeiro semestre de 2012 pelo ranking do Ibope Monitor, ela diz que os investimentos da companhia em digital têm sido crescentes nos últimos anos e devem aumentar também em 2013. “Por um motivo simples: funciona”, resume. No próximo ano, o plano é seguir apostando em comunicação integrada. “O digital ganha cada vez mais um papel relevante no mix de marketing. Afinal, para os consumidores, essa divisão entre on e off não existe”, diz.
Já o terceiro maior anunciante do país pretende usar o período para consolidar a sua presença nos canais digitais, aumentando os investimentos em portais, mobile e redes sociais. De acordo com Wolmar Vieira de Aguiar, gerente nacional de publicidade da CAIXA, a instituição investiu em mídia digital 4% do orçamento total em 2012.
“Com a inclusão digital e o aumento do número de brasileiros conectados, temos aumentado, ano a ano, a exposição da CAIXA na internet”, conta. Em 2013, o banco lançará novos serviços digitais – o uso do celular para efetuar pagamentos será um deles.
A estratégia da AmBev, quarta colocada no ranking, vai além de usar o digital como um canal de comunicação e propaganda. “Nossos planos visam usar o meio para amplificar as experiências dos consumidores, por meio da criação de serviços, produtos e conteúdos”, explica Leonardo Longo, gerente de mídia digital da companhia.
Hoje, o consumidor pode comprar chope pelo computador, usando o Chopp Express, e itens exclusivos de marcas do portfólio, como Stella Artois, pela Fan Page do Facebook. A mobilidade é outra aposta. Skol, por exemplo, lançou o aplicativo GPS Skol, que localiza produtos da marca com o melhor preço entre os bares e supermercados mais próximos do usuário.
“Nós investimos acima da média do mercado em digital. O aumento dessa verba é natural, não apenas pelo crescimento da audiência do meio, mas também pela importância que ele tem na estratégia da AmBev”, diz Longo.
O quinto colocado no ranking do Ibope também vai aumentar a verba direcionada ao digital em 2013. “Os investimentos devem ser de 10% a 15% maiores em relação a esse ano”, afirma Marcelo Miranda, diretor de marketing da SKY. “Estamos fazendo crescimentos constantes em digital, com foco na rentabilidade, e isso acontece há quatro anos.”
O trabalho da SKY com digital sempre foi voltado ao varejo, mas a empresa agora quer crescer no social. Outra aposta é o mobile. Aplicativos para celulares e redes sociais também são as meninas dos olhos do Grupo Petrópolis, o 7o maior anunciante brasileiro. Em 2012, o digital representou apenas 2% do total investido pelo grupo que detém marcas como a Itaipava.
“Investimos R$ 3 milhões em digital, de um total de R$ 160 milhões. Em 2013, o percentual direcionado ao digital vai crescer, só não definimos ainda quanto”, disse em outubro o diretor de mercado Douglas Costa. A maior parte da verba vai para desenvolvimento de aplicativos e compra de mídia em grandes portais. “Também acreditamos que a interação com o consumidor no Facebook é o ponto-chave hoje em dia.”
Fonte: Proxxima
Leia maisO preconceito existe há tempos. Termina um ano, começa outro, e ele segue firme. Esse comportamento reticente do mercado brasileiro em relação ao mobile vem do desconhecimento, segundo o especialista em mobile marketing e comportamento móvel Marcelo Castelo, sócio-fundador da F.biz.
De mudança para Miami, onde vai liderar a operação da agência em solo norte-americano, ele listou dez mitos que envolvem a mobilidade – e que não passam de mitos.
1) “Tem pouca gente navegando na internet móvel”.
A pesquisa F/Radar de abril do ano passado, feita em parceria entre a F/Nazca e o Datafolha, mostrou que 41 milhões de brasileiros já acessavam a internet por dispositivo móvel naquele período. Castelo estima que, hoje, esse número beire os 50 milhões.
2) “Internet móvel é coisa de rico”.
De acordo com o mesmo estudo, o acesso móvel superou o via LAN houses no país em 2012. A migração das classes C e D para celulares da categoria Web Phone serve como pano de fundo para derrubar esse segundo mito.
“Os usuários desses aparelhos podem acessar a internet por Wi-Fi, 2G ou 3G. Eles só não permitem downloads de aplicativos”, explica Castelo, lembrando que o internauta móvel é muito parecido com o internauta de PC quando se faz o recorte do percentual de usuários brasileiros por classe social.
3) “Acessos móveis vêm do pós-pago”.
O F/Radar de 2012 apontou que o acesso pré-pago é a principal fonte de tráfego para a internet móvel (77%), bem à frente do pós-pago (21%) e do Wi-Fi (2%). Para ilustrar o cenário, Castelo cita como exemplo a sua empregada, que mora numa comunidade carente de São Paulo. “Ela largou as LAN houses porque comprou um Web Phone de R$ 150 parcelado e hoje paga 50 centavos num plano da Oi para navegar durante 24 horas.”
4) “Internet móvel é para donos de smartphone”.
Em abril do ano passado, cerca de 20 milhões de brasileiros acessavam o Facebook – 11 milhões deles em smartphones ou tablets e quase a metade, ou 9 milhões, em celulares mais simples.
5) “Ninguém acessa meu site móvel”.
A F.biz liderou o projeto do site mobile da Netshoes, lançado em outubro de 2011. Hoje, a empresa soma 1,5 milhão de acessos móveis por mês, número que não inclui tablets.
6) “Ainda não é necessário ter um site móvel”.
Para contestar esse item, Castelo cita um estudo do Google, feito em 2012, que mostrou: mais da metade dos entrevistados (52%) acredita que uma experiência mobile ruim diminui as chances de engajamento com a marca.
“Acho que as empresas brasileiras estão entendendo que precisam de um site móvel, finalmente”, diz ele. A audiência do Facebook é ilustrativa: no Brasil, 73 mihões de pessoas acessavam a rede social em dezembro passado, 23 milhões delas no celular. “Esse é um número muito grande. Qual é o canal a cabo, a rádio, a revista, o jornal que tem um público de 23 milhões de pessoas?”
7) “A conexão 3G é muito ruim”.
Aqui, o comportamento do usuário pode amenizar a ressalva do mercado, já que existe outra migração em curso – do desktop para dispositivos móveis, no Wi-Fi de casa, em determinados dias da semana e horários do dia.
“Em casa, cada vez mais a pessoa usa o tablet e o celular, tanto que o pico de uso dos aparelhos móveis acontece nos finais de semana. Essa é uma tendência no mundo inteiro”, observa Castelo. Segundo o F/Radar, os usuários de tablet que acessavam a internet via Wi-Fi eram 54% em abril de 2012.
8 ) “Mobile é só Facebook”.
No ano passado, a audiência do UOL Celular dobrou, chegando a 4 milhões de usuários únicos em setembro.
9) “A tela é pequena, não se pode fazer nada”.
“Dá para fazer praticamente de tudo em mobile, de site móvel a realidade aumentada, passando por geolocalização, que só o mobile permite”, afirma Castelo. Sua agência já criou, no ambiente móvel, campanhas de richmedia para Motorola e banners dinâmicos para Netshoes.
10) “Não dá resultado”.
Para ele, as empresas brasileiras devem fazer o básico em 2013: site móvel e campanhas de mídia. Um bom ponto de partida, diz, é comprar mídia nos veículos em que já se é comprador – a audiência do UOL no desktop e no mobile, por exemplo, consome praticamente os mesmos conteúdos.
“Se eu sou santista, não é porque estou no celular que vou virar corintiano”, Castelo explica, lembrando que o nível de engajamento é maior no mobile. “Como a tela é pequena, 100% da atenção do usuário vai para lá.”
Fonte: Proxxima
Leia maisA Contrex, marca de água mineral francesa, criou uma ação divertida na capital Paris com a mensagem mais sincera possível sobre emagrecimento: só se consegue com esforço.
Aquelas dicas que estão estampadas em revistas especializadas e a promessa de milagre são esmagadas por essa experiência que a Contrex proporcionou. A Contrexperience levou algumas bicicletas ergométricas para frente de um prédio histórico e fez todo mundo que estava presente dar risada fazendo exercício. Não vou estragar o vídeo comentando os detalhes, veja a seguir:
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=yEH4Yum4nN4&feature=player_embedded[/youtube]Fonte: Galo Clandestino
Leia maisO Google Maps adicionou o recurso de contabilizar o tempo do trajeto a ser traçado a partir do tráfego a ser enfrentado em tempo real. Normalmente, ao traçar no mapa a rota, o tempo estimado do percurso era sempre irrisório por causa do trânsito a ser enfrentado, mas este “problema” vai acabar. Os dados de tráfego será constantemente atualizada, oferecendo as últimas informações possíveis sobre o trânsito.
“O recurso que estamos introduzindo no Google Maps funciona de forma diferente do anterior e tem um propósito diferente. O novo recurso fornece aos usuários a capacidade de verificar as condições de tráfego atuais e estima o tempo de viagem com base nos dados constantemente atualizados”, disse um porta-voz do Google ao Mashable.
Os dados são recolhidos por meio de serviços de terceiros e pelas informações de usuários Android que optaram em utilizar o recurso ‘Meu local’ do Google Maps. Assim, o Google será capaz de dizer, por exemplo, se os donos de Android estão se movendo lentamente e assim determinar como está o tráfego. Assim sendo, quanta mais as pessoas optarem por liberar o serviço, melhor será a informação disponível.

Fonte: Proxxima
Leia maisO “Invisible”, vídeo de 90’ criado pela agência alemã Jung von Matt/Alster para a Mercedes-Benz, já entrou em terceiro lugar entre os Top 10 virais do ranking semanal “Viral Video Chart”, publicado pela Advertising Age em conjunto com a Visible Measure.
Com mais de 6,4 milhões de visualizações, a peça mostra um road trip pela Alemanha do compacto experimental F-Cell Hydrogen, que de um lado foi revestido com painéis LED (ao custo de US$ 250 mil), e do outro leva uma câmera digital Canon que capta imagens exteriores; estas são então refletidas pelos painéis, transformados em verdadeiros espelhos. “É como um outdoor ambulante” que desperta reações fascinadas das pessoas, diz a AdAge.
O veículo é movido a células de hidrogênio, não poluentes – daí a analogia “invisível ao meio ambiente”.
Veja abaixo o vídeo.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=ZIGzpi9lCck&feature=player_embedded[/youtube]Fonte: Proxxima
Leia maisO principal aplicativo de geolocalização do mundo, o Foursquare, está planejando uma grande renovação em sua plataforma.

Segundo o CEO da companhia, Dennis Crowley, em entrevista ao TechCrunch, os usuários do aplicativo estão dando cada vez menos check-ins em suas visitas.
O executivo complementa que o uso do aplicativo não está caindo, pelo contrário, tem aumentado. Em vez de “dizer” onde acabou de chegar, o usuário do Foursquare está utilizando o aplicativo para acompanhar as atividades de seus amigos.
O novo Foursquare será muito mais focado na exploração de mapas e nos recursos disponibilizados por GPS e demais sensores de smartphones.
Um aspecto que deverá ser mantido é a plataforma gameficada, onde os usuários pontuam a cada ação e recebem distintivos (badges) por realizações maiores. Os dois tipos de recompensas deverão ser mais aproveitados, não apenas no ato da visita, mas também na exploração dos locais.
Leia maisDigigráficos, documentário exclusivo no YouTube, traz cinco perfis de consumidores digitais.
A DM9DDB lança o estudoDigigráficos, que pode ser visto com exclusividade no brandchanel da agência noYouTube, com objetivo de analisar o comportamento do consumidor digital. O documentário conclui que no mundo digital não dá pra classificar as pessoas somente por meio dos critérios convencionais, como demografia ou mesmo perfis psicográficos. Com isso a agência criou cinco perfis de consumidores digitais: Imersos, Ferramentados, Fascinados, Emparelhados e Evoluídos. Os vídeos trazem análises dos especialistas da DM9DDB e dos profissionais da Vox Pesquisas, contratada pela agência no processo de investigação do estudo.
Para Cynthia Horowicz, vice-presidente de planejamento da DM9DDB, o estudo reforça o posicionamento da DM9DDB como uma agência convergente. “Geramos ideias e construímos marcas independentemente da plataforma. Para as marcas, o estudo será uma grande contribuição para que sofistiquem seu entendimento do consumidor na era digital”, define Cynthia.
Rodrigo Maroni, diretor de planejamento e estratégia digital, explica que essa nova classificação dos consumidores permite aumentar a eficiência das ações digitais. “Para se conectar com o perfil “Imersos”, é preciso saber conversar e dar valor para suas identidades virtuais, especialmente usando meios digitais, que é onde essas identidades ganham vida”, complementa Maroni.

Perfis
– Imersos: Tiveram parte de sua identidade definida a partir da tecnologia. Com ela, conseguiram “se encontrar”, definir melhor seus interesses e estabelecer melhores vínculos com o mundo. Suas personalidades e identidades foram definidas pela era digital, que os permitiu dar vida a mais personas.
– Ferramentados: recorrem à tecnologia para agilizar as tarefas, mas não a idolatram. A tecnologia os ajuda nas tarefas cotidianas, facilitam suas vidas. Mas não dependem delas nem são definidos por elas .Esse grupo é um exemplo de como as pessoas redefiniram a maneira como se relacionam com família, escolas, empresas e governo.
– Fascinados: querem parecer modernos e tecnológicos. Para eles, computadores, gadgets e hábitos da Era Digital são ícones da modernidade – e consumir essas novidades os ajuda a atestar que são antenados. Eles são um excelente exemplo de como o relacionamento com os outros foi bastante modificado.
– Emparelhados: a tecnologia é fundamental para pôr em prática os projetos da vida. Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira para fazer o dia a dia acontecer. Sem ela, a vida fica extremamente complicada. Para este grupo, as máquinas são como uma extensão do seu corpo, potencializando suas capacidades humanas.
– Evoluidos: o universo das máquinas e da tecnologia é seu habitat. Esses são as crianças e os adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. Não conheceram o mundo pré-digital.
Rodrigo Cunha, gerente de social media da fri.to, fala sobre as experiências das empresas nas redes sociais.
Por Rodrigo Cunha
As ferramentas de redes sociais são úteis para as empresas em vários sentidos. No entanto, é preciso deixar claro que elas apenas amplificam a mensagem dentro da internet. De nada adianta criar uma boa reputação se, quando o cliente necessitar de algum serviço, ele tiver uma experiência que o decepcione.
O SAC 2.0 tem sido uma excelente oportunidade para empresas eliminarem o famoso e indesejável gargalo que existe no telemarketing, identificado quando o consumidor quer resolver seu problema entrando em contato com a marca por um “número 0800”. Um tempo grande é perdido nesta tentativa, e muitas vezes o consumidor se irrita e passa a ter uma impressão negativa sobre a marca.

Para resolver esse problema, muitas empresas estão fazendo bom uso do Twitter, por ser uma ferramenta de comunicação bastante dinâmica e instantânea. É um movimento que já acontece há cerca de três anos e só agora tornou-se bastante difundido. Sempre haverá casos mal resolvidos, mas a verdade é que várias marcas têm conseguido demonstrar maturidade no que diz respeito à resolução de problemas com a interface entre cliente e empresa.
Há cerca de um mês tive uma experiência bastante positiva: fiz uma reclamação no Twitter sobre problemas que estava tendo com uma marca que eu utilizava os serviços. Dois minutos depois, recebi uma resposta solicitando mais detalhes e, em pouco tempo, recebi um feedback sobre como deveria proceder. Exemplos assim não só resolvem o problema do cliente de forma mais ágil como também o deixam bastante satisfeito.
Essa satisfação geralmente é revertida de forma instantânea em um tweet positivo enaltecendo a empresa. Esse tipo de expressão positiva impacta todos os seguidores daquele usuário que teve o problema resolvido. A consequência natural é propaganda espontânea e altamente eficaz, tendo em vista que o consumidor acredita mais em pessoas do que em ações pagas.
O uso de redes sociais já é mecanismo padrão, fundamental, e não um diferencial para as marcas. É necessário ir além de mensagens cujo fim é divulgar apenas lançamentos e produtos. Costumo traçar um paralelo que ilustra muito bem essa situação: ninguém gosta de sair com uma pessoa que só fala de si mesma, certo? Com as marcas nas redes sociais, funciona da mesma forma.
As ferramentas são, em sua essência, focadas em relacionamentos. Assim sendo, elas devem encontrar a melhor forma de dialogar com seus seguidores, seja através do Twitter, Facebook ou qualquer outra rede com o mesmo princípio. As pessoas gostam de sentir-se ouvidas, de notar que há alguém do outro lado da tela. Não querem apenas uma logomarca respondendo a perguntas padronizadas, como se fosse um robô.
A estratégia de conteúdo no Twitter e Facebook é hoje o principal ativo de uma marca na internet. É o que essencialmente define sua presença digital. Vemos muitas marcas com dificuldade em oferecer conteúdo relevante para seus seguidores.
E o que tem sido a melhor saída é mesclar o momento de falar de si próprio com outros de oferecer conteúdo mais interativo e informativo.
Uma boa estratégia de conteúdo nas redes irá aumentar o tão estimado ROI e fará saltar o número de compartilhamento de mensagens, retweets, curtidas, comentários. Mas é importante destacar que o processo leva tempo e exige um trabalho consistente, verdadeiro e relevante para os consumidores. Afinal, o cliente tem a percepção sobre quando uma marca quer apenas se promover ou realmente oferecer algo em troca.
Dentro de todo esse contexto, o SAC pode estar inserido. Porém, dependendo do segmento de atuação da empresa, é necessário um canal exclusivo via Twitter ou Facebook apenas para tratar de dúvidas e reclamações dos consumidores. Um SAC ativo dentro desses canais pode destruir toda a estratégia de conteúdo. Por esta razão, quando a empresa decidir também dar suporte a seus consumidores através de redes sociais, deve antes ouvir o que os consumidores estão falando sobre ela e qual é o tom dessa conversa. Talvez seja necessário um canal focado em conteúdo e outro somente em SAC para que não haja muita sobreposição de conteúdo.
Respondendo a pergunta do título deste artigo, o 0800 será companheiro do SAC 2.0 por muito tempo. Se todas as pessoas que utilizam o 0800 migrarem para o twitter para fazer suas reclamações o serviço perderá a agilidade e passará também a ser mal visto. O objetivo do SAC 2.0 é oferecer uma alternativa ao telefone, sendo muitas vezes mais rápido. Há marcas inclusive já implementando softwares de CRM para trabalhar em conjunto com informações de Twitter e Facebook. Isso mostra o quanto essa modalidade está evoluindo e o quanto as empresas a enxergam com importância em suas estratégias.
Fonte: ProXXIma
Leia maisO tema foi debatido no espaço Think Tank Stage no segundo dia da Social Media Week, em São Paulo.
Por Sheila Horvath
A abertura do espaço Think Tank Stage no segundo dia da Social Media Week, realizada em São Paulo, no Museu da Imagem e do Som (MIS) contou com a presença de Jackson Fullen, sócio da Sixpix Content; Marcelo Salgado, gerente de redes sociais do Bradesco; Patricia Barão, PR da Máquina Comunicação; e Ilca Sierra, E.Commerce Marketing Manager do Magazine Luiza.
O assunto abordado entre os executivos foi: qual a área que deve estar à frente das redes sociais de sua marca? Também foram apresentados dados de uma pesquisa realizada pela Sixpix Content com 250 influenciadores da internet brasileira. Um dos pontos da pesquisa mostra que 64% dos entrevistados afirmaram que o atual papel das redes sociais para as marcas é ser um canal de relacionamento, 16%, promover o conteúdo, e 7%, ser um canal de vendas.
A resposta segue a tendência vista dentro das empresas, como comentou Salgado, “o Bradesco enxerga a presença nas redes sociais principalmente como relacionamento, marketing e comunicação aparecem em seguida”. Para ele, a primeira etapa dentro de todo o processo é criar uma conversação com as pessoas, “é preciso retornar para o cliente, sempre, ele espera por isso quando conversa com a marca dentro das redes”.
Ilca, do Magazine Luiza, também concorda com os dados da pesquisa. “Temos perfis dinâmicos, na verdade existe certo equilíbrio entre relacionamento, engajamento e divulgação de nosso conteúdo.” A empresa possui uma personagem como porta-voz, a Lu, que dá o tom da presença da companhia nas redes sociais, é ela que responde e tira dúvidas dos clientes. “O nosso relacionamento com os clientes por meio da Lu é muito intenso, não é segredo hoje que o consumidor descobriu que a rede social é um canal muito forte de interação com as marcas, ele passou a ser ouvido pelas empresas”, disse Ilca. “O consumidor precisa saber que existe uma pessoa do outro lado, que a resposta é personalizada, isso é muito importante hoje nas redes sociais das marcas.’, afirmou Salgado.
O que se percebe é que as marcas estão conscientes da importância que as redes sociais ganharam dentro da estratégia de comunicação com os consumidores, isso independentemente de qual área gerencia isso dentro da companhia, seja o atendimento ao cliente, o marketing, a comunicação. Fica claro que monitorar a rede para saber o que estão falando da marca e estar preparado para responder de forma rápida e assertiva é fator fundamental para o sucesso nas redes sociais. “Hoje não cabe mais qualquer tipo de resposta ou promessas que não são cumpridas. As empresas precisam entender que as redes sociais não funcionam como o atendimento por voz, ela é muito mais dinâmica e por isso tem que ser rápida, mas não pode esquecer de que tanto em um como no outro canal a resposta tem que ser a mesma”, comentou Ilca.
Um erro que se percebe em algumas empresas é utilizar as redes sociais somente como uma ferramenta de marketing. Elas são muito mais que isso, são plataformas que permitem às pessoas conversarem, trocarem ideias, o tempo todo, em tempo real, e a marca precisa fazer isso, aprender a fazer isso e não simplesmente se impor.
Ainda segundo a pesquisa, 42% dos entrevistados afirmaram que o Facebook é o melhor ambiente para as marcas estarem presentes na internet, ficando Twitter com 36%, YouTube, 10% e blogs, 9%. O que na opinião dos executivos presentes não faz o menor sentido. ”São meio diferentes, que falam de forma diferente dentro da rede”, afirmou Salgado. “Na verdade eles se complementam e cada um tem o seu papel bem definido, não existe ‘O’ ideal”, completou Ilca.
Fonte: ProXXIma
Leia maisDailton Felipini
Mídias sociais como facebook, orkut, twitter, youtube, entre outras, são o assunto do momento e não há como negar a sua importância diante do fato que apenas uma delas, o facebook, agrega cerca de 800 milhões de usuários. Mas, desconsiderando aspectos conceituais das mídias sociais e pensando em termos práticos, como uma empresa pode realizar o social commerce? Em outras palavras, como uma empresa pode utilizar o enorme potencial das mídias sociais a seu favor? A lista de ações possíveis é ampla, mas pode ser sintetizada da seguinte maneira:
Mídias Sociais na prospecção de clientes. O número de usuários nas principais mídias sociais indica que parte de nossos potenciais clientes já deve estar ali. A tarefa é localizar esse público-alvo para mostrar como a empresa tem coisas interessantes para oferecer, tanto em termos de conteúdo quanto de produtos. É preciso filtrar dentre os usuários aqueles cujo perfil tem afinidade com os produtos oferecidos e cada mídia social oferece um tipo de recurso para se fazer essa prospeção.
Mídias Sociais na construção de listas. O próximo passo é agrupá-los e trazer para o ambiente da empresa na mídia social utilizada, por exemplo, torná-los fãs da página da empresa no facebook ou um seguidor do twitter. As pessoas vão fazer isso na medida em que haja identificação com a empresa e um estímulo para essa adesão.
Mídias Sociais e uma Comunicação eficaz. Já temos nossos interlocutores, a questão agora é definir o teor dessa comunicação. Devemos produzir conteúdo que estimule o interesse e, principalmente, o envolvimento das pessoas. Naturalmente é mais fácil gerar conteúdo para uma empresa de vestuário feminino do que para outra que fabrique porcas e parafusos, mas cada situação tem a sua abordagem mais adequada e esta será eficaz na medida em que despertar o interesse dos usuários.
Mídias Sociais na criação de relacionameno. Mídias sociais são o ambiente propício para o relacionamento, afinal, as pessoas frequentam mídias sociais para se expor e saber sobre outras pessoas e coisas interessantes. Possibilidades como o atendimento a reclamações, sugestões de melhorias, ideias para o desenvolvimento de novos produtos, entre outras, vão fortalecer a imagem da empresa e a força da marca na mente do usuário.
Mídias Sociais na geração de leads. Uma marca forte, conhecida e apreciada está a um passo de ser utilizada pelos usuários. É preciso agora acender a fagulha que vai estimular a ação desejada, seja ela o cadastramento para receber uma amostra do produto ou o clique no sublime botão “Comprar”.
Uso de métricas na avaliação de resultados. Em qualquer circunstância não devemos esquecer que o objetivo final de toda empresa é vender, seja imediatamente no próprio ambiente, como já é possível fazer por meio do f-commerce, ou no médio e longo prazo, quando as ações de marketing levarem a esse desfecho. Todo investimento em mídias sociais deve ser feito em consonância com esse objetivo e métricas como o ROI devem ser utilizadas de forma a avaliar se o mesmo está sendo atingido.
Fonte: http://www.e-commerce.org.br/artigos/midiassociais-ecommerce.php
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Dailton Felipini é mestre e graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Consultor especialista em e-commerce, autor de cinco livros sobre e-commerce e editor do site www.e-commerce.org.br.

Anne Frank e Kader Abdolah

Louis van Gaal e Vincent van Gogh
Todos os anos o CPNB (espécie de Câmara do Livro Holandesa) organiza a Semana Holandesa do Livro. Seu objetivo é promover a literatura feita naquele país. Em 2011 a ênfase da mostra, realizada em março, foi nas biografias, ou como se diz em holandês ‘Geschreven Portretten’ [Fotografias Escritas]. Os cartazes da campanha de 2011 basearam-se nesse conceito, em quatro versões: Anne Frank, Vincent van Gogh, Louis van Gaal e Kader Abdollah. A arte conceitual é de Markus Ravenhorst e Maarten Reynen. Genial! Dá vontade de saber como seriam essas verdadeiras esculturas de papel com outros autores.
Fonte: Livros só mudam pessoas
Leia maisEste vídeo da WWF, entitulado “O mundo é onde vivemos”, mostra de forma singela que homens e animais estão conectados. Ideia simples, mas muito efetiva.
Para saber como contribuir com a organização sem fins lucrativos, acesse http://wwf.panda.org/how_you_can_help/campaign/
Leia maisNeste vídeo, um tablet transparente e flexível, com recurso de touch screen, é utilizado para tirar fotos, assistir a vídeos, ler notícias, manipular jogos em 3D e traduzir conteúdo. Seria ótimo, fica a torcida para que se torne realidade.
Leia maisComo dizia Chacrinha, o “Velho Guerreiro”: quem não se comunica, se trumbica. Este vídeo mostra, de forma bem humorada, a importância da Comunicação.
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